5/09/2017

AGEMED Coletivo por Adesão Associações e Sindicatos



SINPASC - SINDICATO DOS PARAPSICOLOGOS CLINICOS DE SC
Constituída pelos servidores públicos estaduais
ativos, inativos e pensionistas de servidores que estejam lotados e/ou em exercício na
Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina

SINTRAUTO - Sindicato dos Trabalhadores e Instrutores em Auto Escolas

AJUT ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES NA JUSTIÇA DO TRABALHO SC


SINDFAR Sindicato Farmacêuticos no Estado Santa Catarina

AMRAER ASSOCIAÇÃO DOS MILITARES DA RESERVA DA AERONÁUTICA DE SC


ASDET ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA DELEGACIA DO TRABALHO EM SC
sindicato Policiais Civis


SINJU Sindicato dos Serv do Poder Judiciário do Estado de SC


SINPRO Sindicato dos Professores de Florianópolis e Região


ACM ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE MEDICINA


AFFESC ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS FISCAIS DE SC


SOESC Sindicato dos Odontologistas no Estado de Santa Catarina


CRMV Conselho Regional de Medicina Veterinária


SINPRF Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais


SINDIMOVEIS SC Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Santa Catarina


ASSEFESC Associação dos Servidores da Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina


ACB ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE BIBLIOTECÁRIOS


PASTORES


SINPOFESC - Sindicato dos Policiais Federais no Estado de Santa Catarina


ASPGE-SC = ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE E DESPORTIVO DOS SERVIDORES DA PROCURADORIA GERAL DE SC
http://aspge.com.br/2013/imagens/ASPGE_agemed%20informacoes.pdf



https://www.facebook.com/LemuelAgemed/

2/02/2017

sobre a agemed

Apresentação Agemed.


A Agemed está presente em toda a Santa Catarina, em Porto Alegre e Canoas no Rio Grande, Cuiabá e Alta Floresta no Mato Grosso, Curitiba no Paraná e estamos expandindo para todo o Brasil.

Em 2017 a Agemed completará 19 anos, com previsão de faturamento de 700 milhões. Somos uma operadora de planos de saúde especializada em planos empresariais, destacamos alguns indicadores de credibilidade que fazem parte da nossa carteira de clientes, como a empresa Tupy, que inclusive construímos o espaço Tupy para atendimento exclusivo aos colaboradores e dependentes da empresa, que hoje são aproximadamente 19 mil beneficiários. A empresa Docol, Metais Sanitários, a Schulz, Compressores e a Hering no ramo vestuário.

A Agemed esta em pleno processo de crescimento, crescemos em 2015 para 2016, 60%, com este crescimento nos posicionamos entre as 50 maiores Operadoras do Brasil. A revista amanhã publicou em sua lista, a Agemed entre as 500 maiores empresas do Sul do pais. Nosso diferencial são os nossos produtos, produtos inteligentes que proporcionam ao empresário subsidiar o benefício saúde a seus colaboradores, sem prejudicar o resultado da empresa.

12/17/2016

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Glossário:

Acidente Vascular Cerebral (AVC) é conhecido popularmente como derrame, um acidente que afeta o cérebro a partir da obstrução ou rompimento de vasos sanguíneos. Pode ser hemorrágico quando há sangramento e isquêmico somente no caso de obstrução. Ambos causam sequelas que variam de paralisia, perda de visão, problemas de memória, comprometimento da fala, até morte.

Azeite de oliva na dieta previne derrame.

Dieta com azeite

Um novo estudo sugere que o consumo de azeite de oliva pode ajudar a prevenir um acidente vascular cerebral em pessoas idosas. A pesquisa foi publicada no Neurology, o jornal médico da Academia Americana de Neurologia.

“Nossa pesquisa sugere que deve-se lançar um novo conjunto de recomendações dietéticas para prevenir o acidente vascular cerebral em pessoas com 65 anos ou mais,” disse Cécilia Samieri, da Universidade de Bordeaux, na França. “O AVC é muito comum em pessoas mais idosas e o azeite seria uma maneira barata e fácil de ajudar a evitar isso.”

Consumo de azeite de oliva

Os pesquisadores examinaram os registros médicos de 7.625 pessoas com 65 anos ou mais de três cidades da França: Bordeaux, Dijon e Montpellier. Os participantes não tinham histórico de acidente vascular cerebral.

O consumo de azeite de oliva foi categorizada em “não usa”, “uso moderado” (usar o azeite de oliva para cozinhar ou como tempero ou no pão), e “uso intensivo”, que incluía os três usos simultaneamente.

Samieri afirma os participantes do estudo utilizaram principalmente azeite extra-virgem, resultado da primeira prensagem a frio das azeitonas.

Depois de considerar a dieta, as atividades físicas, o índice de massa corporal e outros fatores de risco para acidente vascular cerebral, o estudo descobriu que aqueles que usaram o azeite mais intensivamente tinham um risco 41 por cento menor de acidente vascular cerebral em comparação com aqueles que nunca usaram o azeite em sua dieta.

Efeitos diretos e indiretos

O azeite de oliva, que tem propriedades antiinflamatórias, tem sido associado com efeitos potencialmente protetores contra muitos fatores de risco cardiovascular, tais como diabetes, pressão alta, colesterol alto, obesidade.

Neste estudo, não está claro quais os elementos do azeite de oliva servem de proteção – seus efeitos poderiam até mesmo ser indiretos, fazendo outros alimentos saudáveis mais saborosos.

Uma pesquisa anterior, contudo, descobriu os componentes específicos do azeite que atuam na prevenção de Alzheimer.

Somente novos estudos de dietas estritamente controladas esclarecerão essas dúvidas.
Os textos aqui apresentados são apenas de caráter informativo e não substituem, em hipótese alguma, as orientações do seu médico ou um especialista nessa área.

Dieta! Por que fazer deixa as pessoas com raiva?

Raiva da dieta

Você acabou de decidir comer uma maçã em vez de uma barra de chocolate? Se sente feliz porque está fazendo o que é bom para você mesmo, certo?

Bem, de acordo com pesquisadoras das universidades da Califórnia e Northwestern, ambas nos Estados Unidos, o mais provável é que você esteja com raiva. Wendy Liu e suas colegas realizaram uma série de experiências com alunos de graduação e concluíram que o exercício do autocontrole gera sentimentos de raiva. O achado não surpreendeu as pesquisadoras. “Ficamos surpresas que um monte de gente não veja isso”, disse Liu.

Autocontrole e raiva

Outros estudos já haviam relacionado o autocontrole com o comportamento agressivo. As pesquisadoras decidiram concentrar-se nas dietas porque esta é uma uma das formas de autocontrole mais comuns no dia-a-dia da vida moderna.

Os estudos médicos descobriram que pessoas em dieta tendem a ser irritáveis e agressivas, escrevem as pesquisadoras.

A teoria mais aceita para explicar o fenômeno é que o uso do autocontrole desgasta a pessoa, que se torna menos propensa o usar o autocontrole novamente, tornando mais difícil controlar o comportamento agressivo. Mas as pesquisadoras projetaram seus experimentos para questionar essa teoria: elas queriam ver se as pessoas mostram uma tendência para a raiva mesmo quando não precisam exercer o autocontrole por uma segunda vez. E foi justamente isso o que ocorreu. “Não se trata de habilidades,” disse Liu. “Você pode continuar exercendo o autocontrole, e ainda assim você fica com raiva.”

Evitar as tentações

Então, se usar o autocontrole nos faz sentir raiva, haveria algo que possamos fazer a esse respeito? Uma dica, segundo as pesquisadoras, é não se colocar em uma posição onde precise usar o autocontrole para escolher uma comida saudável. Por exemplo, evite encher a geladeira com alimentos não saudáveis que você possa se sentir tentado a comer mais tarde. Para isso, vai ajudar bastante se, no supermercado, você simplesmente não passar pelo corredor das comidas não-saudáveis. “Você não pode confiar somente na força de vontade”, diz Liu.

Opção cognitiva

Você também pode tentar pensar de forma diferente sobre alguns alimentos. “A razão pela qual nós pensamos que o chocolate é gratificante é porque nós o associamos a uma gratificação imediata”, explica Liu. Então, é só tentar mudar de ideia quanto àquilo que não faz bem à sua saúde – um sabor imediato e de curta duração realmente vale mais a pena do que dias, meses e anos inteiros lastimando o fracasso da sua dieta?

Os textos aqui apresentados são apenas de caráter informativo e não substituem, em hipótese alguma, as orientações do seu médico ou um especialista nessa área.

Ingrediente do vinho interrompe crescimento de células do câncer de mama


Resveratrol

“O resveratrol é uma ferramenta farmacológica que pode ser usada quando o câncer de mama se torna resistente à terapia hormonal,” afirma o Dr. Sebastiano Andò, membro da equipe.

Ele e seus colegas usaram linhagens de células do câncer de mama, que expressavam o receptor do estrogênio, para testar os efeitos do resveratrol.

Os pesquisadores trataram um grupo de células com o composto e compararam seu crescimento com as células não-tratadas. O estudo mostrou uma redução no crescimento das células tratadas com resveratrol, e nenhuma modificação, isto é, crescimento normal, nas células não-tratadas.

Produtos naturais

Experimentos adicionais revelaram que o efeito deu-se devido a uma drástica redução nos níveis dos receptores de estrogênio das células, o que foi causado pelo resveratrol.

“Estas descobertas são entusiasmantes, mas de jeito nenhum significam que as pessoas devem sair e começar a beber vinho tinto ou suplementos como tratamento para o câncer de mama,” alerta o pesquisador. “O que estas descobertas significam é que os cientistas ainda não terminaram o trabalho de destilar os segredos da boa saúde que estão escondidos em produtos naturais, como o vinho tinto,” concluiu Andò.

Os textos aqui apresentados são apenas de caráter informativo e não substituem, em hipótese alguma, as orientações do seu médico ou um especialista nessa área.

Nariz entupido

A doença do sinus nasal, normalmente causada por infecção ou pelas próprias alergias, afeta milhões de pessoas em todo o mundo. O sintoma dessa doença que mais leva as pessoas a procurarem os médicos é a congestão nasal e a sensação de obstrução. Contudo, tem sido difícil tratar esses sintomas de maneira eficiente porque a sensação que as pessoas têm de congestão nasal geralmente têm pouco a ver com uma obstrução real física do fluxo de ar. “Com a descoberta de que a sensação de congestão nasal pode estar relacionada com o sistema sensorial, nós abrimos as portas para tratamentos mais dirigidos,” diz Kai Zhao, da Universidade Monell (EUA).

Por exemplo, tratamentos eficazes podem precisar incluir a restauração da umidade e da temperatura ótimas no fluxo de ar nasal do paciente,” afirma.

Resfriamento do nariz

Os cientistas demonstraram que a sensação de congestão nasal é inversamente proporcional à umidade do ar: quanto menor é a umidade do ar, maior é a sensação de congestão, embora não necessariamente o entupimento real.A equipe levantou a hipótese de que a temperatura e a umidade interagem conforme o ar se move ao longo da cavidade nasal para influenciar o resfriamento nasal.É este resfriamento que é detectado pelos sensores do nariz e que influencia a sensação de que o ar está sendo obstruído.

Os textos aqui apresentados são apenas de caráter informativo e não substituem, em hipótese alguma, as orientações do seu médico ou um especialista nessa área.

7 problemas de saúde desenvolvidos no trabalho


Assumir uma rotina de trabalho indica, em grande parte das profissões, desempenhar funções similares dia após dia. Esta repetição diária de funções acarreta, por consequência, uma constante repetição de movimentos, posições e de exposição do corpo a determinados ambientes e condições, capaz de oferecer riscos à nossa saúde. Muitas são as lesões originadas no ambiente de trabalho, que esgotam o corpo em tal nível que a resposta do organismo vem em forma de desenvolvimento de patologias.

Grande parte das chamadas “doenças ocupacionais” é silenciosa – muito mais sutis do que o mal estar e as dores de cabeça que sucedem quase imediatamente aquelas longas e intensas jornadas de trabalho. Muitas vezes, leva mais de 10 anos para que uma doença ocupacional se manifeste com sintomas diagnosticáveis: a exaustão do corpo vem dos esforços a longo prazo.

Para seguir a vida profissional sem colocar a saúde em risco, conheça agora os 7 principais problemas de saúde desenvolvidos no trabalho. Fique sempre atento aos sinais de cansaço que seu corpo demonstra, para que as consequências no futuro não se tornem mais severas:

LER/DORT

As Lesões por Esforço Repetitivo e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho são extremamente comuns entre as profissões digitais, nas quais o profissional passa toda sua jornada de trabalho fazendo os mesmos movimentos (digitando, por exemplo) e disposto em postura anti-ergonômica (seja por conta de cadeiras não ajustadas ao tamanho do indivíduo, assentos sem apoio para costas e braços, monitores de computador posicionados abaixo da linha dos olhos, etc). Estas lesões enquadram um conjunto de doenças – como tendinite, bursite, tenossinovite -, todas caracterizadas por dolorosas inflamações em músculos e tendões, que provocam perda da força, formigamento e fisgadas na região. São resultantes da sobrecarga muscular e de posturas inadequadas por longos períodos, e podem ser evitadas com a realização de pausas para alongamentos no decorrer do expediente e com a utilização de equipamentos adequados à sua estatura.

CATARATA

Os funcionários que trabalham em exposição constante a altas temperaturas ficam bastante suscetíveis ao desenvolvimento de catarata – danificação da membrana do cristalino, que pode acometer um ou ambos os olhos e levar à perda parcial ou completa da visão. Para evitar a catarata relacionada ao trabalho, é importante usar proteção ocular em qualquer circunstância que ofereça risco aos olhos e, para quem trabalha exposto ao calor intenso, procurar fazer várias pequenas pausas para repouso e recuperação da temperatura normal na região ocular.

SURDEZ

O trabalho pode danificar a audição quando acontece em meio à poluição sonora. O profissional passa a correr riscos quando exposto a ruídos superiores a 85 decibeis por mais de 6 horas ao dia – logo, os mais afetados são os profissionais do ramo da construção civil. Aqueles que trabalham nestas condições têm grandes chances de desenvolver PAIR (Perda Auditiva Induzida por Ruído), quadro caracterizado pelo desgaste de células e nervos do ouvido graças à exposição a sons muito altos, provocando surdez parcial ou completa. Se seu ambiente de trabalho te oferece este risco, é bom ficar atento: grande parte dos casos de PAIR só são diagnosticados quando mais de 50% da audição já está comprometida – estágio onde percebe-se dificuldade para ouvir a voz humana. Para manter a saúde auditiva em dia, é imprescindível fazer uso de protetores auriculares durante toda a jornada de trabalho.

DOENÇAS PSICOSSOCIAIS

Estas doenças podem estar relacionadas à qualquer ramo profissional – basta que o ambiente de trabalho seja caótico, a carga horária seja abusiva, as relações interpessoais sejam problemáticas ou que ocorra excessiva pressão por parte dos funcionários superiores na hierarquia da empresa. Qualquer uma destas prejudiciais condições de trabalho é suficiente para desencadear estresse crônico no indivíduo que, além de sofrer com mal estar generalizado (envolvendo perda de apetite, dores musculares e na cabeça, distúrbios gastrointestinais), estará altamente suscetível ao desenvolvimento de depressão e de transtornos de ansiedade. Para evitar que o trabalho se torne uma experiência traumática, tenha um relacionado aberto com seus chefes e companheiros de trabalho, para que seja possível dialogar sobre condições de trabalho saudáveis para todos.

INTOXICAÇÃO QUÍMICA

Ameaça direcionada aos profissionais que mantêm exposição constante a produtos químicos – sejam agricultores, operadores de indústrias químicas, agentes de dedetização, prestadores de serviço de pintura e impermeabilização, entre tantos outros. A inalação ou contato direto com agentes químicos agressivos pode causar danos tanto aos órgãos expostos (pele, olhos, boca) como aos internos, levando ao quadro de intoxicação química. Quando a intoxicação atinge um grau muito elevado, o indivíduo está sujeito a asfixia por falta de oxigenação. Para evitar tamanha intoxicação, o ideal é usar máscaras em tempo integral, e roupas protetoras (ao menos, luvas e botas de borracha) sempre que possível.

REUMATISMO

Aqui, o risco é maior para aqueles profissionais que trabalham com carregamento de peso: equipe da construção civil, gerenciadores de estoque, instrutores de academia, professores de séries iniciais ou cuidadores de idosos estão bastante vulneráveis ao reumatismo. Esta doença configura comprometimento das cartilagens e articulações (principalmente dos braços e pernas) e causa muita dor, além de limitar a movimentação dos músculos e tendões e poder levar a deformações estéticas. Para passar longe dos reumatismos, o ideal é adequar as condições de trabalho para que o peso depositado nos braços e pernas seja o mínimo possível (ou que os grandes pesos ocorram poucas vezes ao dia).

DERMATITE

Mais um problema direcionado aos profissionais do ramo dos produtos químicos, mas neste caso também estão inclusos cabeleireiros, enfermeiros, equipes de limpeza de piscina e até professores (que ainda fazem uso de giz de quadro): as dermatites de contato são reações inflamatórias ou alérgicas decorrentes do contato direto da epiderme com substâncias desconhecidas, que desencadeiam tal reação. Os sintomas envolvem surgimento de bolhas na superfície da pele, que podem causar dor, coceira, inchaço, vermelhidão e descamações. Para evitar as dermatites, é necessário proteger a pele sempre que for realizar o manuseio de produtos com potencial alergênico – luvas são indispensáveis.

5 dicas para evitar acidentes no trabalho


De acordo com a lei, configura acidente de trabalho todo tipo de lesão física ou comprometimento funcional ocorrido durante o desempenho das funções profissionais dentro de uma empresa – podendo levar a óbito ou a perda (permanente ou temporária) das condições básicas para exercer o trabalho.

Mesmo com o crescente debate sobre segurança, os acidentes de trabalhos ainda comprometem a integridade física de milhões de brasileiros anualmente. Para reduzir esta alarmante estatística, a única medida eficaz é investir na prevenção.

Para você, empresário, que não quer expor a saúde de seus funcionários a sérios riscos e procura poupar seu negócio das complicações referentes a indenizações e afastamentos prolongados, confira as dicas que a Agemed preparou para te ajudar a promover a segurança dentro de sua empresa:

TREINAMENTO

Investir em treinamento é essencial quando o objetivo é minimizar acidentes de trabalho. Um profissional que está familiarizado com os processos, maquinários e ferramentas envolvidos em seu trabalho desempenha suas funções de forma segura, sem oferecer grandes riscos a si mesmo ou aos profissionais com quem divide as funções. Além de esclarecer questões sobre o desempenho técnico da profissão, é necessário que o treinamento englobe outras questões que circundam o tema da segurança no ambiente de trabalho – é preciso falar sobre a importância de respeitar as áreas de acesso restrito, de não obstruir locais de circulação, de não dispersar a atenção durante o desempenho de atividades potencialmente perigosas, de não se envolver com atividades para as quais não está qualificado, entre outros.

EPIs e EPCs

Equipamentos de segurança são essenciais no dia a dia de uma empresa que se preocupa com a proteção de seus colaboradores. Existem duas categorias de equipamentos de segurança:
EPIs: Equipamentos de Proteção Individual, que envolvem capacetes, luvas, calçados e macacão reforçados, óculos, protetores auriculares, cinturões, etc. São os itens de uso pessoal do funcionário, que são escolhidos de acordo com os riscos oferecidos por cada cargo e devem ser parte integrante do uniforme de trabalho usado diariamente;
EPCs: Equipamentos de Proteção Coletiva, que compõem um sistema de proteção ao grupo de pessoas envolvidas com a empresa, sejam colaboradores, administradores ou terceiros. Entre eles, estão os corrimãos das escadas, extintores, o uso de placas/cones/outros sinalizadores de segurança, proteção para partes móveis do maquinário, entre outros.
Os equipamentos de segurança devem ser garantidos pela empresa. Além de fornecê-los, a empresa também deve monitorar o seu uso, fazendo acompanhamentos semanais ou mensais para averiguar se os funcionários estão utilizando-os da maneira correta – equipamentos utilizados de forma equivocada não afastam os acidentes de trabalho, e cabe à instituição dar as instruções.

FERRAMENTAS

Ferramentas enferrujadas, quebradas ou em mau estado de conservação são um prato cheio para causar acidentes de trabalho – pois abrem margem para que os funcionários improvisem um conserto que melhore momentaneamente as condições de trabalho, colocando a saúde em situação de risco. É necessário que a empresa faça, a cada mês ou a cada trimestre, uma inspeção das ferramentas que estão fornecendo aos seus colaboradores para que desempenhem o trabalho. Nesta vistoria de rotina, é preciso identificar quais instrumentos estão em boas condições, quais precisam de manutenção e quais devem ser substituídos por novas amostras. O mesmo vale para os EPIs e EPCs: de nada adiantam equipamentos de segurança quebrados ou danificados – estes também precisam de reparos e substituições para que sigam oferecendo proteção integral.

CIPA

Os administradores de uma empresa devem se preocupar com a instalação de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) no ambiente de trabalho. Esta Comissão é formada por um grupo de colaboradores da própria instituição que, inseridos no cotidiano de trabalho e nas funções desempenhadas pela empresa, conseguem traçar com maior precisão um mapa dos riscos aos quais os funcionários são submetidos durante o expediente – e, assim, implementar ações preventivas de maior efetividade. O CIPA é o órgão da empresa responsável por inspecionar ferramentas, comunicar à diretoria quando manutenções são necessárias, passar orientações sobre EPIs e EPCs, transmitir informações sobre o plano de segurança construído pela empresa e sobre as medidas a serem tomadas em caso de acidente. A Comissão existe para garantir melhores condições de saúde e trabalho para toda a equipe.

PRIMEIROS SOCORROS

Investir na distribuição de kits de primeiros socorros por todos os setores da empresa ou na contratação de uma equipe médica para permanecer no local diariamente não faz com que os acidentes não aconteçam, mas evita que evoluam para quadros mais graves, onde o funcionário pode ir a óbito ou precisar de afastamento prolongado para recuperação. Promove a segurança da equipe e melhora as condições de trabalho para todos os profissionais envolvidos com a organização.

Importância do equilíbrio emocional no ambiente de trabalho

Importância do equilíbrio emocional no ambiente de trabalho

Os tempos modernos exigem muito de nossa saúde psicológica. Longas jornadas de trabalho e de estudo propiciam constante exposição a tensões e problemas, que demandam soluções rápidas e eficientes num ritmo tão acelerado que leva a mente à exaustão. E quando a saúde mental não vai bem, os reflexos logo se estendem à saúde física – e, em pouco tempo, há comprometimento integral da disposição e da qualidade de vida.
A exaustão mental costuma estar vinculada ao desequilíbrio emocional, que vem acompanhado de sentimentos negativos como frustração, desânimo, sensação de incompetência e falta de confiança em si mesmo. O indivíduo sente-se cercado por tais sentimentos e perde a motivação para seguir em frente, gerando problemas em todas as esferas da sua vida.

Problemas de ordem psicológica podem ser graves, e devem ser tratados com a mesma seriedade que se dispensa às enfermidades do corpo. Ao notar os primeiros sinais de desequilíbrio emocional, esqueça dos preconceitos relacionados aos psicólogos e psiquiatras e procure ajuda profissional – quanto mais rápido o acompanhamento começar, menores serão os impactos sentidos na vida social e pessoal.
Aqui, listamos alguns aspectos que ressaltam a importância do equilíbrio emocional no ambiente de trabalho, e que lhe ajudarão a conquistar uma carreira bem-sucedida:

EXECUÇÃO DE PROJETOS
Colaboradores desequilibrados emocionalmente tendem a sentir-se inseguros para assumir novas responsabilidades e a não confiar na qualidade do trabalho que desempenham: combinação perfeita para comprometer o rendimento e aumentar ainda mais a desmotivação. Empresários desequilibrados emocionalmente são igualmente prejudicados pela insegurança e falta de motivação, enfraquecendo – ou até anulando – as ambições de crescimento e desenvolvimento da empresa. Logo, tanto o contratante quanto o contratado precisam estar com a saúde psicológica em dia para que resultados satisfatórios sejam conquistados.

RELACIONAMENTO COM A EQUIPE
Uma equipe onde as pessoas conseguem reagir de maneira positiva aos momentos de pressão, solucionar tensões internas através de diálogos e distinguir as discussões profissionais das de âmbito pessoal cria condições para a construção de um trabalho integrado e completo, onde todos os setores da empresa trabalham com harmonia. Entretanto, este relacionamento saudável entre a equipe depende da estabilidade emocional de seus membros. O mesmo vale para o chefe: líderes que conseguem coordenar uma equipe de forma não autoritária e impositiva constroem um clima muito mais cordial nas relações profissionais – a instabilidade emocional é o pivô capaz de desequilibrar este relacionamento.

DESTAQUE PROFISSIONAL
No mercado competitivo de hoje, qualificação técnica e experiência no ramo deixaram de ser os fatores preponderantes numa contratação: equilíbrio emocional e as habilidades comportamentais que ele desencadeia são os quesitos mais estimados pelo mercado, que hoje abriga equipes cada vez menores. Para ser o selecionado entre os concorrentes ou para despertar reconhecimento de seus superiores, é necessário ser resiliente, calmo, focado e de fácil relacionamento com a equipe. A saúde emocional também dá destaque aos empresários: líderes que possuem equilíbrio psicológico para gerir funcionários, projetos e clientes constroem, assim, uma empresa bem vista no mercado, que atrairá melhores funcionários e um maior número de consumidores.

REALIZAÇÃO PESSOAL
Um profissional que está equilibrado mentalmente consegue desempenhar suas funções com clareza e dedicação. Assim, conquista melhores resultados e sente-se motivado a ir além, a assumir novos projetos e desenvolver soluções eficazes. Um profissional que está bem com seu psicológico é capaz de sentir satisfação com o que faz e de ter orgulho de si mesmo. O mesmo acontece com o chefe que lidera a corporação de maneira equilibrada: este percebe o resultado benéfico de seu trabalho e realiza-se como empresário.